24 jul

O meu Vale do Hans – Paula Curi

Todas as vezes que releio “O Relógio das Flores ” de Drey Damaso e Sara Lecter descubro que o Vale do Hans de fictício tem o nome , e essa pequena afirmação acontece ao constatar que no mundo real ainda nos deparamos com sentimentos e dúvidas presentes na história.

Se sentir ímpar em um mundo de pares está muito além de ações , amores ou sentimentos.

Acreditar que amores não são perfeitos, e nem sempre o amor é o suficiente para termos uma vida conjunta, chega a ser a realidade mais cruel de todas.

Viver sem se esconder ainda tem um preço a ser pago , ainda mais quando tentamos fugir do passado.

E conviver com fantasmas do passado no presente , faz com que deixemos a felicidade de lado.

ORF mesmo sendo uma história onde todas as personagens são fictícias , ainda assim podemos em algum momento nos vermos em alguma frase ou cena.

Acredito que essa seja a grande magia que um livro tem: o poder de nos levar a vivenciar o mundo e dessa forma refletir que a arte e a vida real caminham lado a lado.

Mas acima de qualquer coisa vemos que uma vida sem amigxs é uma vida vazia!

O Relógio das Flores

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

error: